Quanto à filosofia abrupta: repente no pensamento (na reflexão, na inteligência, no discernimento).

Quanto à filosofia abrupta: repente no pensamento (na reflexão, na inteligência, no discernimento)...
Não espere de mim, perfeição!
Mas sou perfeccionista assumido, tá?
Não espere de mim a Norma Culta.
Mas, entretanto, penso que ela seja interessante.
Não espere de mim respostas prontas.
Apenas carrego comigo inúmeras perguntas...
Sou o ser da contradição.
E aí?
De repente a gente exerce o raciocínio...
Pensando bem, se eu ficar um montão de tempo sem postar, você desistirá de visitar-me neste blog?
E se de repente houver aqui uma surpresa?
Sugiro-lhe que não deixe de visitar filosofiaabrupta.
Penso: logo, existo?
Ou, existo: logo, penso?
Filosofia, de repente...
Filosofia abruptamente.
Como se diz: "na tora".
Isenta de academicismos...
Algo que realmente valha a pena.
Somente pensar, já é saber pensar...
E só pensar não é necessariamente pensar só.
Então, pense! Tanto individual, quanto inclusive coletivamente.
Apenas o intelectual, o erudito, o acadêmico é que pensa?
Filosofia abrupta é filosofia bruta?!?
Abruptamente.
Desejo-lhe muita Luz, Força e Amor!
RomeroMarcius


Quem sou eu

Minha foto
Sou psicólogo, CRP 21500 4ª Região, pós-graduado em Nutrição Humana e Saúde. Trabalho com Psicologia Social. Defendo as alternativas, denominadas: Terapias Complementares e/ou Práticas Integrativas. Sou tocador de violão autodidata, batuqueiro, reggaeiro e artesão (inclusive das letras e dos sons). Pratico Origami. Poemizo (confesso que às vezes polemizo, rs). Faço pesquisas com Mandalas e com elektronikmusik. Odeio injustiça: louvo calunga. Saúdo Zumbi dos Palmares. Não sou místico e/ou religioso, sequer sou ateu: sou agnóstico. Invisto na Utopia. Considero necessário saber conviver com o "primitivo" e o “pós-moderno”. Desde os pajé/xamãs até Skinner, G. H. Mead, Vygotsky. E porque não, Jung? Transitar do cachimbo de barro à Tecnologia da Informação (TI) e vice versa. Acredito na ciência. Para mim o ser humano é histórico, social, biológico e cósmico. É partícula do Universo e produtor mas também produto da História e da Cultura. Acredito na Psicologia e em Compromisso Social. Assim tornaremos acessível um mundo melhor. Onde sejam reconhecidos e respeitados os direitos. E as pessoas girem em torno da proposta da construção do bem comum. Para mim, a única esperança de redenção...

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Quem pode dizer que tem sorte ou não ?

Quem pode dizer que tem sorte ou não ?

 Existia numa aldeia, um homem muito pobre, que tinha um
 cavalo muito bonito.
O cavalo era tão bonito que os fidalgos do castelo
queriam comprar-lho, mas ele nunca quis.
"Para mim, este cavalo não é um animal, é um amigo. Como
é que eu podia vender um amigo? Perguntou-se.
Uma manhã, ele vai ao estábulo e o cavalo não estava.
Todos os aldeões lhe disseram : "Nós avisámos-te !
Devias tê-lo vendido. Agora roubaram-to... que má sorte !"
O velho homem respondeu " Sorte ou má sorte, quem o
pode dizer ?"
Todas as pessoas faziam pouco dele. Mas 15 dias depois,
o cavalo apareceu, com uma horda de cavalos selvagens. Ele
tinha fugido para conquistar uma bela égua e depois veio
com o resto da horda.
"Que sorte !" disseram os aldeões.
O velho homem e seu filho começaram a domar os cavalos
selvagens. Mas uma semana mais tarde, o filho parte a
perna num treino.
"Que má sorte !" dizem os amigos. "Como vais fazer, tu
que já és tão pobre, se o teu filho, a tua única ajuda não
pode ajudar-te!"
O velhote responde "Sorte, má sorte, quem o pode dizer?"
Alguns tempos mais tarde, os soldados dos fidalgos do
país chegaram à aldeia e levaram à força todos os jovens
disponíveis.
Todos ... excepto o filho do velhote, que tinha a
perna partida.
"Que sorte tu tens, todos os nossos filhos foram para
a guerra, e tu és o único a guardar o teu filho contigo.
Os nossos se calhar vão morrer ..."
O velhote responde "Sorte, má sorte, quem o pode dizer?"
O futuro é-nos dado por fragmentos. Não sabemos nunca
o que vai acontecer. Mas um pensamento positivo permanente
abre-nos as portas da sorte, da criatividade e faz-nos
mais felizes.

Com os nossos cumprimentos

Fátima
webmaster@clube-positivo.com
(c)2003-2011 http://www.clube-positivo.com versão portuguesa

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O Manual de Epitecto

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Abracadabra Sinsalabin (Não sois máquinas, homens é o que sois!)

Hoje em dia falar em tecnologia, em especial, Tecnologia da Informação, perante algumas pessoas (e não poucas), é sinônimo de evasão da realidade. De fato, há pessoas que acreditam piamente em resistir ao advento da Era da Informação, negando-se a se envolver com informática. Já presenciei pessoas, algumas bem próximas de mim, em se tratando de circulo de amizades, negando-se terminantemente a lidar com computadores e coisas assim. O que obviamente devemos respeitar. Bem recentemente, inclusive, um meu parente próximo, obviamente que com suas razões, expressou-se na Internet a respeito de sua repugnância com relação a relacionamentos on line. O que muito me surpreendeu.
Obviamente que devemos ter a necessária cautela quanto a nos entregarmos "de cabeça", e, "com tudo", seja ao que for. Diz a sabedoria dos antigos: "o equilíbrio está no meio". De tal forma, "nem tanto ao mar, nem tanto à praia", é o que parece mais sensato. Agora, culpar a tecnologia e os avanços tecnológicos, por tudo o que anda ocorrendo de ruim no mundo... Como se a ciência por si só, fosse capaz de produzir os meios para nos autodestruirmos... Isto, é insensatez.
Devemos pensar no que tem sido feito para que haja Justiça Social, distribuição de riquezas, efetiva reforma agrária e coisas assim. Não é a tecnologia, com certeza, o "tutú" dos novos tempos. Muito antes disto, o que assombra nossos dias, é o número de pessoas sem acesso à uma cultura progressista e libertária. O que deveria nos repugnar seguramente, haveria de ser tudo o que inviabilize e/ou inviabilizasse a democratização da informação.
Quando Charles Chaplin proferiu a célebre frase "Não sois máquinas, homens é o que sois!", com certeza estava coberto de razão. Mas, aquilo, naquela época, soou como se ouvíssemos "Abracadabra Sinsalabin". Palavras mágicas que ao serem dotadas de poder induziriam-nos ao contato com a mais pura realidade. Hoje, por assim dizer, estamos "cansados de saber" que somos humanos (alguns nem tanto), e, não me venham com a lorota de que foi o tempo  dedicado pelo assassino à Internet que ocasionou o recente massacre de crianças inocentes numa escola pública no Rio de Janeiro. Também não me venham com a fuga pela tangente, afirmando: "o cara era psicótico. Era louco". As raízes que ocasionaram aquela tragédia, vão mais fundo, ainda que não queiramos ver, e, insistamos em não perceber.
Usar os recursos que tivermos às mãos para promover os direitos previstos na Constituição Federal e o pleno exercício da cidadania, pode apenas fazer bem. Inclusive os recursos da Tecnologia da Informação.
Repugnância deve causar-nos toda e qualquer forma de discriminação e desrespeito. Assim como o racismo, o machismo, a antiecologia, o bullying, a exclusão social e digital, e coisas assim.
Assim como o garfo, a faca, o carro, o avião e outras coisas mais que tecnologicamente vieram através da história para auxiliar-nos em nossa trajetória evolutiva sobre a face da Terra, o computador, a Internet, a vida on line, são recursos que podem ser bem aplicados ou não. Isto depende de cada um. O esclarecimento quanto à forma de se usar tais recursos é que parece a grande incógnita. Como vamos lançar mão de tudo isto? Esta é mais uma questão a ser lançada para a Educação em nosso país. Dentre várias outras questões...

Pura Sabedoria

O texto abaixo foi extraído na íntegra da Rede Social Klikot (www.klikot.com)
O mesmo foi publicado lá pelo Sr. Yogoro Narahashi que conheci lá mesmo na Rede Social Klikot e faz parte de meu grupo de amigos na Klikot.
Insubstituivel



Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível". A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?
- Tenho sim.
- E Beethoven ?
- Como? - o encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.....
O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? etc...
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.
Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências'.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados . . . apenas peças.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... . Ninguém ... pois nosso Zaca é insubstituível"

Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito. ..".

É bom para refletir e se valorizar!

Um bom dia..... insubstituível!!!

Zé Alencar não morreu, ficou encantado!

29 de março de 2011
Foi-se José Alencar Gomes da Silva, o Zé Alencar! Ex vice presidente do Brasil.
Lutou bravamente contra o mal que se abateu sobre ele durante longos anos. Sempre, ao menos em sua imagem pública, de cabeça erguida.
Mas, Zé Alencar dava mostras de que em sua vida privada era também um bravo. Com certeza soube que viver é lutar.
De semblante sereno, transmitia segurança e até um espírito crítico em relação ao próprio governo.
Homem de bem, e do bom, cuidou de cumprir até onde se sabe, com os seus deveres de cidadão.
O que é para todo mundo mas não é para qualquer um. Todos sabemos.
Em mim, vai deixar saudades. Gostava de ver Zé Alencar, na TV, em fotografias nos jornais, na Internet, etc...
Gostaria de ter conhecido o Zé Alencar pessoalmente.
Hoje com a sua partida fico pensando: tanta gente ruim, e, não morre.
Os "sangue bão", vão partindo.
Mas também penso que não vale chorar.
Cabe uma certa tristeza sim, pois fará falta o Zé Alencar cá entre nós.
Mas lamentação, choro e ranger de dentes, não cabe.
Afinal o cara cumpriu o seu papel, e, deve estar num bom lugar.
Choro deve caber quando morre alguém que passou pela vida em brancas nuvens, apenas omitiu-se nos momentos em que mais lhe caberia cumprir o próprio dever. Enfim, passou pela Terra sem ter verdadeiramente vivido. Vegetou apenas, e, nada mais que isto. Girou somente em torno do próprio umbigo. Por esses, sim, a gente deve chorar quando morrem. Por terem desperdiçado a própria vida humana. Oportunidade única de autorealização no discernimento e na consciência crítica.
Lembro-me de um filme, se não me engano "Sonhos" do Akira Kurosawa, em que se vê a cena de uma cerimônia fúnebre, aparentemente oriental, na qual os participantes cantam e dançam carregando consigo alguns enfeites na forma de tecidos multicoloridos ou algo do gênero. Enfim: uma festa. Dizem que no Oriente há pontos de vista assim: quando uma pessoa se vai daqui para sempre, é motivo de comemoração e não de choro, por ter ficado livre tal pessoa de um lugar de sofrimento e miséria que é o mundo em que vivemos.
Cá entre nós, no Brasil, o mais comum em tais momentos é o choro.
Mas, já houve quem disse algo a respeito da grande passagem que me deixou pensativo.
Não sei se foi o João Guimarães Rosa, ou alguém do mesmo naipe, sinceramente não me recordo, mas, sei que comparou a ida desta vida a algo além, com uma espécie de encantamento. Sim: foi João Guimarães Rosa quem disse: ‘‘As pessoas não morrem, ficam encantadas".  E se pensarmos bem, faz um profundo sentido.
Principalmente quando é o caso de passamento de gente boa, como foi o Zé Alencar..
Então, para mim, estou convicto de que Zé Alencar não morreu. Ficou mesmo foi encantado.

Jean-Paul Sartre – Frase do dia | Blog do Mesquita

Esta frase genial veio de lá do Blog do Mesquita:

"Seja qual for a ideologia de quem está no poder, ele só quer se perpetuar. E o povo é quem paga a conta!"


Clique no Link e conheça mais...
Jean-Paul Sartre – Frase do dia | Blog do Mesquita

O eu, sendo um processo...

Muito se falou e ainda se fala acerca de autoconhecimento e na realidade este é um tema recorrente desde a antiguidade.
Da inscrição no Pórtico de Delfos “Conhece-te a ti mesmo” aos dias de hoje muito tempo se passou, mas as coisas em relação ao autoconhecimento não parecem ter mudado de modo significativo.
O homem continua sendo, em face de si mesmo, um ilustre desconhecido.
É bem verdade que houve avanços significativos, nas ciências, nas artes, na própria religião, e em tudo que tange ao conhecimento do ser humano.
A respeito de si mesmo, entretanto, enquanto eu sujeito (ou talvez eu assujeitado), o homem pouco sabe.
É fato que após um longo período de pensamento mágico e misticismo, quando se buscou compreender o que afinal em última instância é o homem, este sujeito de direitos e deveres, através de um olhar mítico, chegou-se à conclusão de que outro direcionamento, nas buscas, seria necessário.
E assim de explicações idealistas, dado que metafísicas e voltadas para o abstrato, extremamente subjetivistas, caiu-se no extremo oposto, e partiu-se para o concreto, o físico (melhor seria dizer o orgânico), extremo no qual, manteve-se o idealismo no bojo e o subjetivismo travestido de organicismo idem. E veio o império do corpo.
Tanto numa quanto noutra versão de buscas, o que se buscou sempre (acostumados que estamos a pensar em termos de altura largura e profundidade), no universo das coisas que existem neste mundo, foi um eu, de alguma forma que fosse tangível, para que assim se tornasse apreensível, pelos nossos sentidos e conseqüentemente pela nossa tênue compreensão.
De tal forma, tanto nos caminhos das tentativas de explicações idealistas subjetivistas, quanto nos caminhos das tentativas de explicações idealistas, organicistas, se incorreu, no mesmo equívoco. Porque o homem não é uma coisa e sim um processo.
Na verdade, a própria realidade existe como um processo. Ou seja, há uma perene transformação em andamento, um vir e ir e/ou um ir e vir, constantes que confluem no Aqui e no Agora. E o que de fato existe? Apenas aquilo que poderíamos denominar de instante.
E uma confluência de coisas no instante, o qual se encontra direta ou indiretamente relacionado a tudo que existe. O mais é divagação. Miragem. Delírio talvez. Ou loucura. O mundo de Maya, conforme diriam os orientais. Ilusão.
Acontece que enquanto humanos que somos temos a estranha mania de divagar, investir em miragens, para não dizer que insistimos no delírio ou na loucura de não percebermos o óbvio: apenas o instante deveras existe como algo que é simultaneamente localizado e processual. Ou seja: o instante não é uma coisa, ao menos não é uma coisa nas dimensões que possamos apreendê-lo em sua totalidade, e, sim algo processual, isto é, um processo. O restante é absolutamente da ordem do improvável.
Por isto, seria interessante caso pensássemos na possibilidade de que ao integrarmos essa realidade que é processual, fossemos também parte daquilo, melhor dizendo partículas processuais de um imenso (infinito?) processo. Não cabendo aí mais infrutíferas buscas de se apreender um eu, no mundo abstrato, como sendo uma entidade espiritual ou algo assim, e nem mesmo sequer cabendo infrutíferas buscas no sentido de se apreender ao eu, na concretude, como sendo mero organismo.
Na busca do autoconhecimento, o eu, sendo um processo, surgiria como “algo” que existe no instante, e, por sermos humanos, relacionado a circunstâncias sociais, históricas e culturais específicas, integrante deste mesmo processo denominado vida sobre a face da Terra integrando o Universo.

Agora mais essa...

Um dos policiais que participaram dos trágicos incidentes que ocorreram no Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte - MG, apareceu morto na cela em que se encontrava preso. Suicídio? Parece que esta é a versão oficial. Seja como for, é também lamentável. Tanto porque de tal forma o sujeito "escapa" de pagar por crime que presumidamente possa ter cometido... Quanto porque isto demonstra o lado humano de uma polícia vista inúmeras vezes como desumana e insensível. Quando na realidade o policial é também um trabalhador, tem sua família, necessita de sobreviver, etc... Provavelmente um policial que se envolva em delitos contra a população há de ter sido mal formado, e, sabe-se que de qualquer maneira vive sendo péssimamente mal remunerado, sob tensão constante, em sua vida, durante 24 hs por dia. Tendo que se submeter a um sistema de coisas no qual desde cedo se aprende a compactuar com o lado mais forte (questão de sobrevivência)... E num sistema capitalista como o que existe cá entre nós, no Brasil, o lado mais forte é sempre o do capital, ainda que a todo custo e a qualquer preço... Ou seja: desumano e insensível é o sistema em que temos sobrevivido. Vamos fazer o que? Pensemos juntos...

Estamos no Inferno?

Em Belo Horizonte, no Aglomerado da Serra, um jovem enfermeiro e o tio foram mortos, recentemente, numa ação, ao que tudo indica, catastrófica da polícia. O triste fato repercutiu a nível nacional, e, agora, o que se discute é quanto à conveniência da continuidade, ou não, de polícias como a ROTAM.
A ROTAM deve acabar, ou não? É o que se pergunta, na mídia, por exemplo, como no programa televisivo TV Verdade cujo apresentador é o Carlíni.
É óbvio que a polícia existe, ao menos teoricamente, para proteger a população e não o oposto.
Sem a menor sombra de dúvidas, o que aconteceu na Serra, é lamentável...
Mas, a partir daí, acabar com a ROTAM, será justificável?
Acabar com a ROTAM acabaria com a presença de maus policiais dentro da polícia?
Talvez a solução para problemas do tipo que aconteceu na Serra, não passe por tentativas ingênuas de resoluções como esta de acabar com a ROTAM.
Se muito ruim está com a ROTAM, pior ainda pode ser sem ela.
O que deve ser feito é qualificar a ROTAM. Com melhores salários, melhor armamento, melhor preparo profissional, mais conscientização e politização, enfim, menos alienação e mais engajamento, de fato, no sentido de proteger a população. Promovendo a Justiça Social e não, meramente, a adoração do capital... Fazendo continência para a bandeira nacional, nossa pátria e o bem comum de todos nós cidadãos e cidadãs, brasileiros e brasileiras...
Por outro lado, conforme consta no próprio Slide Show Estamos no Inferno, o qual se encontra logo no início deste blog Filosofia Abrupta, necessitamos de uma reforma psicossocial profunda em nosso país.
Uma população desamparada, em todos os sentidos, é uma população potencialmente disposta a fazer qualquer coisa que garanta a sobrevivência. Inclusive tráfico de drogas...
É necessário amparar a população proporcionando-lhe a obtenção de seus direitos de cidadania, efetivamente e de fato. Acesso a trabalho, educação, moradia, lazer, transporte, etc., dignos, não há de ser privilégio de poucos, mas, garantia de todos.
E, além disso, é necessário, acabar com essa hipocrisia de que traficantezinho de favela é que é bandido.
Sendo que nos morros, a assim chamada bandidagem, até cumpre uma função social, "ajudando" à população com o seu poder paralelo, já que o poder oficial não cumpre o próprio papel.
Manchetes nos jornais dão conta de que no Aglomerado da Serra, existem 18 (dezoito) bocas de fumo, enquanto que Postos de Saúde, Escolas, e demais instituições públicas para o atendimento da população são apenas 14 (quatorze). É fácil, com um pouco de boa vontade, compreender a razão de ser do estranho fenômeno.
Enquanto não ocorrer a descriminalização das drogas, tratando-se do assunto como questão de Saúde Pública e não de Justiça, o problema, infelizmente, vai apenas se agravar, com a presença da corrupção onde haveria de imperar a ética, a lei e a justiça. Ou ainda há quem acredite que existe incineração de ouro, senão talvez, no imaginário popular, ou nos contos de fadas?
Então, que se qualifique a ROTAM, conforme foi dito, e que seja instituída a nível nacional e se lhe mude o foco. Direcionando-a, por exemplo, para o Congresso Nacional em Brasília. Isto já poderia ser um bom começo.
Afinal de contas, nos morros estão apenas os que foram alijados do desenvolvimento de nosso país. Já no Congresso Nacional, não. E drogas não possuem asas e nem pernas, isto é: se estão nos morros, como é que lá chegaram? Através do que e/ou de quem? De onde vieram e de que forma? Em que contexto surge o recurso ilícito do tráfico de drogas, como forma de manutenção da sobrevivência e até de aquisição de status?
Eis a questão.
Filosofia abrupta é isto: de repente a gente até exerce alguma reflexão... Ainda que custe caro... Vamos fazer o que?

Esporte e Disciplina são essenciais, mas pensar não dói...

Tristeza. Profunda tristeza. Uma lástima...
Ver jovens se agredindo mutuamente e até perdendo a vida, em confrontos de torcidas organizadas, no futebol.
Esporte e Disciplina são essenciais.
Mas pensar não dói, minha gente...
Será que os caras não percebem a própria estupidez?
Brigar, se agredir, matar e/ou morrer por um time de futebol?!?
Com a licença da palavra: uma tremenda babaquice.
Seria cômico se não fosse trágico.
Leia mais sobre Esporte e Disciplina: o âmago do Kung Fu.

Receita original da Coca-Cola é descoberta 125 anos depois, diz site - Yahoo! Notícias

Tem que pensar muito não, né gente!
Faz tempo que essa onda se propaga...
Ah! porque a bebida tal tem uma fórmula incrível que só o fabricante conhece... Ora, pílulas!!! rsrsrs
Pura estratégia de marketing?
Mas, pérai: será que no país onde a bebida é originalmente fabricada a Saúde Pública inexiste?
Os ingredientes dos "alimentos" não são obrigatoriamente citados nos rótulos e embalagens?
Dá licença...
Que mistério é este?
Apenas pensar já é saber pensar.
Receita original da Coca-Cola é descoberta 125 anos depois, diz site - Yahoo! Notícias